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Navegador GPS funciona como guia de ruas digital no carro

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Navegador GPS funciona como guia de ruas digital no carro

Mensagempor Thundercel » 07 Nov 2008, 11:12

Navegador GPS funciona como guia de ruas digital no carro; veja teste

Se você já substituiu o velho e pesado guia de navegação pelos mapas digitais que traçam rotas com poucos cliques na Internet, certamente já pensou em comprar um GPS.

Esses pequenos aparelhos, que já fazem parte da lista de desejos de muitos motoristas, funcionam como um guia de rua interativo que, baseados em informações enviadas por satélites, indicam rotas e explicam todos os passos para chegar até o destino.

O UOL Tecnologia testou nove modelos de navegadores GPS para saber se já é possível confiar no caminho traçado por esses equipamentos. Levantamos também o que é preciso observar na hora da compra para depois não ter problemas com a lei.

O que se pode adiantar é que, de um modo geral, os navegadores nos guiaram corretamente. A confusão só aconteceu em alguns momentos, como na hora de procurar um determinado ponto de interesse ou nome de uma rua localizada em dois bairros diferentes. Curvas próximas também foram um problema para alguns dos navegadores.

Mas, se o bom humor faz parte de sua personalidade, nessas horas é só respirar fundo e relaxar ouvindo uma música direto do navegador. Todos os modelos testados trazem recursos extras, como MP3 players, visualizador de fotos e até mesmo leitor de e-book.

Confira a maratona de testes e analise se está na hora de investir nessa espécie de co-piloto interativo.

Entenda como funciona o sistema de GPS

GPS é a sigla em inglês para Sistema de Posicionamento Global. Trata-se de um sistema de navegação orientado por 24 satélites (12 em cada hemisfério) que orbitam em torno da Terra. Esses satélites viajam ao redor do planeta a uma distância de 20.200 quilômetros e fazem uma órbita completa a cada 12 horas.

Equipados com relógios atômicos que tem precisão de bilionésimo de segundos, os satélites de GPS transmitem continuamente para os satélites receptores na Terra sinais digitais de rádio com informações sobre a localização e hora exata, explica Andres Lai Reyes, analista de sistemas da Estação Base de GPS do CIAGRI - USP, em Piracicaba (SP).

Dispositivos menores, como os navegadores GPS, não possuem um relógio atômico, o que interfere na precisão do tempo de viagem do sinal. É por esse motivo que, às vezes, surgem alguns erros de posicionamento no momento em que os dispositivos traçam a rota a ser seguida.

Para se ter uma idéia, enquanto os erros de posicionamento variam entre 7 e 15 metros nos navegadores GPS, na Estação Base, com equipamentos muito mais sofisticados, a margem de erro é de apenas 30 centímetros.

Eficiência na navegação com GPS é garantida só em locais ao ar livre

Para um sistema GPS funcionar perfeitamente (sem interrupção) é preciso que o equipamento esteja em um local aberto, ao ar livre. Só assim os satélites podem enviar e receber o sinal dos receptores para determinar as posições e auxiliar o programa do navegador a traçar a rota.

Veja como funcionam os sistemas GPS

Por conta disso, não dá para pesquisar o trajeto dentro de casa ou no escritório para depois entrar no carro e sair "navegando". Mesmo quando você estiver ao ar livre, vai precisar esperar uns 5 minutos até o sinal ficar estável. De uma maneira geral, todos os navegadores testados pelo UOL Tecnologia demoraram em média este tempo para localizar os satélites e determinar a posição na Terra.

Tentamos localizar o sinal em um ambiente fechado, mas não teve jeito. Foi preciso se aproximar de uma janela e apontar para um local bem "aberto" —no caso, apontamos para o vale da Avenida 9 de Julho, na região central da cidade. Os aparelhos da Stetsom e Garmin foram os primeiros a reconhecer o sinal, da mesma maneira que ocorreu ao ar livre.

Logo em seguida, os outros navegadores também conseguiram "se localizar". Os aparelhos da Multilaser e Mobimax foram os que demoram mais nesta situação para fixar o ponto de latitude e de longitude.

Em local aberto, tivemos problemas na Avenida Paulista, em São Paulo, centro das antenas e transmissores de vários tipos, que interferem no sinal. Algumas vezes, durante o teste, todos os aparelhos chegaram a perder o sinal enquanto trafegávamos por lá.

Rotas de carro, a pé ou de ônibus

Os navegadores testados —com exceção do Navegador Quatro Rodas e do Magneti Marelli Quatro Rodas— oferecem a opção de montar as rotas para quem está tanto de carro ou a pé. No caso de quem vai fazer o percurso caminhando, o programa descarta as situações de mão de rua e velocidade das vias.

O Airis e o Garmin possuem ainda modos para bicicleta, que também não levam em consideração a velocidade das vias, mas consideram a mão de direção das ruas. Os dois navegadores ainda têm modos de ônibus, táxi e caminhão, mas não indicam rotas diferentes das feitas com o modo carro.

Cidades auditadas e pontos de interesse fazem a diferença no GPS

Grande parte dos navegadores GPS oferece muitas cidades em seus mapas. Mas isso não quer dizer que elas sejam navegáveis. De acordo com as próprias empresas, só dá para confiar mesmo na rota dos mapas que estão "auditados", ou seja, com todas as ruas conferidas: nomes e mão de direção.

E quando o assunto é cidades auditadas, o número de mapas cai drasticamente. Entre os modelos testados pelo UOL Tecnologia, o da Navisystem é o que tem mais cidades "auditadas": 237. Já o Gamin vem com apenas 10 cidades navegáveis.

Entre as capitais, o Navisystem, com 14 delas auditadas, é o que oferece mais. Garmin e Magneti Marelli Quatro Rodas vêm com somente 3 capitais cada um.

Pontos de interesse

Os navegadores trazem um recurso interessante chamado pontos de interesse. Esses pontos correspondem a uma relação de locais como restaurantes, casas de show, parques, teatros e livrarias que se encontram no trajeto procurado. As listas não têm somente diversão, também trazem serviços como hospitais, farmácias, oficinas, aeroportos, postos de combustível.


Nos navegadores, os pontos de interesse têm a sigla POI (do inglês, Point Of Interest). No Mobimax, a sigla foi trocada para PDI, conforme nosso idioma. Quase todos os aparelhos testados utilizam os serviços da TeleListas.Net e do MapLink para catalogar os POI.

No teste, escolhemos alguns locais da cidade de São Paulo para conferir se os pontos de interesse reuniam informações relevantes. Escolhemos o Theatro Municipal, o Zoológico, o Instituto Butantã, o Auditório do Ibirapuera e o Parque do Ibirapuera.

Foi aí que as coisas se confundiram. O Navegador Quatro Rodas não encontrou o Theatro Municipal de São Paulo, um dos mais importantes do país. Foi possível achar o Zoológico depois de perder um tempo imaginando qual seria a categoria, mas não tivemos como encontrar o Instituto Butantã.

O Airis encontrou o Theatro Municipal, mas não o Zoológico. Além disso, o Instituto Butantã estava com abreviação errada ("INT" em vez de "INS"), o que dificultou a pesquisa.

Multilaser, Naveg, Mobimax e Stetsom também não contam com o Theatro Municipal, mas vêm com o Zoológico. Não conseguimos encontrar o Instituto Butantã. O Navisystem apresentou o Muncipal e o Zoológico.

O Magneti Marelli Quatro Rodas conseguiu encontrar todos os pontos, mas não foi uma tarefa fácil. O Zoológico estava na categoria Parques Temáticos e o Auditório do Ibirapuera (foi o único navegador que tinha o Auditório nos POIs), estava em uma estranha lista de atrações 4 estrelas junto ao Butantã.

Depois de tanta pesquisa, a conclusão foi que por mais que os navegadores ofereçam muitos pontos de interesse —o da Quatro Rodas vem com mais de 348 mil pontos em todo o Brasil— a busca não é muito organizada, e alguns lugares não são encontrados.

De todos os modelos, somente o Garmin permite fazer a busca direto pelo ponto de interesse sem precisar denominar uma categoria.

Nos outros modelos testados, é preciso escolher uma categoria para depois fazer a pesquisa. O único problema do Garmin é que ele tem "poucos" POIs (30 mil). O Multilaser é o que tem menos pontos —apenas 9.000.

GPS ainda "engasga" para identificar endereço e põe usuário na contramão

Na hora de usar o GPS vem a dúvida: será que dá mesmo para confiar nas direções dadas pelo equipamento? Fique tranqüilo: de um modo geral, a resposta a essa pergunta pode ser positiva.

Nos testes do UOL Tecnologia, todos os navegadores conseguiram encontrar e indicar os endereços requisitados de forma bem satisfatória. Mas, em alguns casos, foi preciso driblar limitações dos aparelhos, como a falta de opção para escolher entre dois endereços com o mesmo nome ou a confusão na hora de curvas seguidas.

Erros de identificação

Em um dos testes do UOL Tecnologia, procuramos o mesmo endereço em todos os navegadores: a Praça Ramos de Azevedo, no centro da capital paulista, onde está localizado o Teatro Municipal. No entanto, há duas praças com o mesmo nome na cidade.

De todos os aparelhos, somente o Airis e o Magneti Marelli conseguiram identificar as duas "Praças Ramos de Azevedo": a do centro (que era a que queríamos) e a do Butantã, na região Oeste de São Paulo. O Garmin encontrou somente a do centro, enquanto todos os outros só indicaram a do bairro Butantã.

Nos modelos da Naveg, Stetesom, Navisystem, Navegador Quatro Rodas, Multilaser e Mobimax não adiantou nem forçar a digitação, pois os aparelhos sempre voltavam ao mesmo resultado: a praça do Butantã.

Nos navegadores testados, o programa de busca indica as possibilidades de endereços ainda enquanto o texto é digitado. Apenas o modelo da Garmin espera o usuário colocar o nome completo da rua procurada para depois sugerir as opções.

Caminhos tortuosos, às vezes

Os navegadores usados nos testes podem calcular rotas pelo caminho mais rápido ou o mais curto. Mas o cálculo nem sempre aponta o melhor ou o menor caminho. Em uma das buscas, pedimos para calcular a rota para a Rua Xavier de Toledo, no centro de São Paulo, a partir da Avenida Paulista.

Mesmo com a opção de "descer" do ponto em que estávamos pela Rua Frei Caneca e economizar tempo e distância, todos os navegadores nos indicaram seguir pela Rua da Consolação, que permite seguir em frente até bem próximo do destino.

Um ponto positivo é que boa parte dos navegadores oferece o recálculo da rota caso você perca uma entrada ou erre um caminho. A rota é recalculada em 1 segundo a partir da constatação da nova posição. Muitas vezes, o programa de navegação pode instrui-lo a retornar caso o cálculo feito determine ser a rota mais rápida ou a mais curta.

GPS põe usuário na contra-mão

No geral, todos os lugares pesquisados foram encontrados. Para saber se as rotas eram realmente parecidas em todos os aparelhos, colocamos os nove equipamentos com três pessoas no banco de trás de um carro e, pedimos um endereço no bairro do Jaguaré, na zona Oeste de São Paulo, a partir da Avenida Paulista.

Todos sugeriram o mesmo caminho e reconheceram as entradas à direita e à esquerda necessárias para chegar ao ponto desejado. O aparelho da Airis tem o melhor sistema de indicação oral do caminho, com direcionamento bem preciso do tipo "vire ligeiramente à direita" ou "na terceira intersecção, vire à esquerda".

Os outros produtos têm indicações mais diretas, mas também oferecem detalhes como "mantenha-se à esquerda por 3 Km". Em situações em que existem duas curvas próximas, as frases ficaram "encavaladas", o que prejudicou o trajeto.

O modelo da Stetsom foi o que mais apresentou este erro. Na maioria das vezes em que era necessário virar em uma praça ele indicava que devia, por exemplo, "entrar à esquerda" mais tempo do que o necessário, fazendo com que o motorista contornasse a praça em vez de seguir o caminho. O CarTrip 100 da Stetsom foi o único que indicou entrar em ruas contramão.

A voz de quem comanda

A maioria dos aparelhos testados oferece uma única voz feminina para narrar o trajeto. No Navegador Quatro Rodas, quem dita o caminho é uma voz masculina, e o Airis tem ambas.

O inusitado fica para o Mobimax que tem uma voz feminina, mas com sotaque de Portugal, assim como os textos que aparecem durante a navegação e no menu.

Simulação antes da navegação

Outro recurso interessante dos navegadores testados é a possibilidade de mostrar a simulação do trajeto antes iniciar a navegação. De todos os aparelhos testados, somente o Naveg e o Mobimax não tem nenhum tipo de simulador.

Já o Multilaser não tem um simulador como os outros (que mostram uma espécie de "filme" de toda a rota), mas permite que você antecipe a viagem vendo manobra por manobra, ou seja, cada rua que deve ser pega, onde deve virar e assim identificar o trajeto.

Além da rota, navegadores trazem MP3 players e visualizador de fotos e vídeos

Foi-se o tempo em que a memória dos navegadores GPS armazenava apenas mapas. Hoje, é possível guardar músicas, fotos, vídeos e, em alguns deles, até livros eletrônicos.

Com tantos dados, os aparelhos GPS precisam de memória extra para funcionar. Nos modelos testados pelo UOL Tecnologia, os mapas e as informações ficam armazenados em cartões de memória do tipo SD. Já na memória interna ficam as funções extras como o tocador de MP3, vídeo e fotos.

O único equipamento que armazena os mapas dentro da memória interna é o Navegador Quatro Rodas. Mas ele também tem entrada para cartões SD.

Todos os aparelhos usados nos testes reproduzem músicas em formato MP3 por meio de um tocador integrado ao sistema do aparelho. Além dessa função, os modelos Garmin e o Navegador Quatro Rodas exibem fotos. Outros quatro tipos —Magneti Marelli, Navisystem, Multilaser, Naveg— agregam visualizador de vídeos.

Já o Naveg, o CarTrip 100 e o Garmin vêm com um leitor de arquivos de eBook. O Garmin traz ainda como extras calculadora, conversor de medidas e um dicionário em versão de demonstração.

Outros dois recursos interessantes que equipam tanto o Navisystem como o Garmin são o Blutooth —para sincronização com o celular e transformar o navegador em um viva-voz— e o sistema de TMC que, por enquanto, só funciona na Europa e Japão. Este sistema adiciona à rota informações sobre a situação do trânsito no local onde está sendo feita a navegação e indica o melhor caminho para fugir do trânsito.

Antes de ir adicionando músicas e fotos no GPS, é importante ficar atento à recomendação dos fabricantes: tente não utilizar o mesmo cartão que armazena os mapas para gravar as músicas e fotos. O melhor é manter os arquivos multimídia em um cartão específico para evitar a perda dos mapas.

Caneta facilita a digitação

Com exceção dos modelos Navegador Quatro Rodas, Garmin e Magneti Marelli, todos os navegadores testados pelo UOL Tecnologia utilizam uma caneta stylus, como as usadas nos Palmtops e PocketPCs, para digitação das rotas.

Durante os testes, foi muito mais fácil procurar os endereços em navegadores que ofereciam a caneta. Nos modelos em que o toque na tela é feito apenas com os dedos causou muitos erros de digitação por conta do display pequeno.

Olho na legislação ao comprar um navegador GPS

A chegada dos navegadores GPS no Brasil trouxe uma boa ajuda para motoristas desorientados, mas trouxe também preocupação para os órgãos que fiscalizam o trânsito.

Foi por isso que em 2006 o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) proibiu o uso de GPS em veículos sob pena de multa. Com o equipamento no carro, os motoristas podiam se concentrar muito mais nos mapas apresentados pelo aparelho do que na própria direção, o que colaboraria com mais acidentes de trânsito.

Mas a proibição durou pouco já que muitos fabricantes encontraram algumas brechas na legislação que permitiam a comercialização dos equipamentos.

No ano passado, uma nova resolução do Contran autorizou o uso de navegadores GPS —inclusive os que já vêm no acoplados aos veículos—, mas com uma ressalva: as indicações de rota devem sempre ser "faladas" ao motorista e não apenas mostradas na tela do equipamento enquanto ele estiver dirigindo.

Para seguir as normas, todos os navegadores utilizados nos testes do UOL Tecnologia operam em "modo de segurança", ou seja, enquanto o veículo está em movimento, a rota é "ditada" pelo navegador e o mapa não aparece na tela, apenas exibe setas que indicam o sentido a seguir.

É possível desabilitar o "modo de segurança", mas vale o bom senso: olhar no mapa e prestar atenção no trânsito pode ser uma combinação que resulte em acidentes, multas e aparelho apreendido, conforme dita o Contran.

Posição correta do GPS

De acordo com a legislação, os equipamentos GPS que não vêm acoplados ao veículo (de fábrica) "devem estar fixados no pára-brisa ou no painel dianteiro, quando o veiculo estiver em circulação". Portanto, fique atento no hora de instalar o GPS. Os modelos de navegadores testados trouxeram um suporte com uma ventosa grande para facilitar a fixação.

O suporte varia de acordo com o fabricante. Mobimax, Magneti Marelli, Multilaser, Stetsom e Garmin têm suportes mais curtos e articulados por meio de parafusos de ajuste. Navegador Quatro Rodas, Navisystem, Airis e Naveg utilizam um cano de plástico, que pode ser moldado para fazer os ajustes.

O suporte do Navegador Quatro Rodas é o mais longo, medindo 22,5 cm. Os modelos que não utilizam os tubos flexíveis balançam menos durante os trajetos.

Veja a tabela comparativa no site da UOL em
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Autor:
MARCELO AYRES
Fonte:
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Mensagempor MOSCA » 08 Jan 2009, 11:09

Show de bola toda essa matéria Thundercel. Sou novo no fórum e novo nessa tecnologia de GPS (e olha que eu nem tenho carro..rs..). Sou muito curioso e a cada tópico que leio aqui fico maravilhado com essa tecnologia.. hehehe.
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MOSCA

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Mensagempor wassuncao » 14 Fev 2009, 14:25

MOSCA

Ficamos contentes pela sua satisfação de nosso topico

Abraços
wassuncao

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